quarta-feira, 28 de março de 2012

Teste da KLX 450cc


Apresentação Kawasaki KLX450R 2011

Primeiras impressões sobre a endureira da Kawasaki
Redação MotoX.com.br - Texto e fotos: Lucídio Arruda

Kawasaki KLX450R 2011





Sem mudanças mecânicas, a KLX450R 2011 chegou através da importação oficial da Kawasaki do Brasil. As principais alterações foram estéticas, com destaque para inversão de cores nas abas dos radiadores. O que era preto ficou verde e o que era verde ficou preto.

A aposta da marca foi manter as qualidades existentes do modelo 2010 como a confiabilidade mecânica e facilidade de uso. Tivemos a oportunidade de experimentar o modelo em sua apresentação no ASW Off-Road Park em Mogi das Cruzes, SP.

Características

Seu quadro perimetral em alumínio emprestou a geometria da irmã de motocross KXF450R, mas podemos notar que muitos detalhes foram alterados como os tubos inferiores e o sub-quadro mais espaçoso que abriga a caixa de filtro de ar maior. Em relação à crosseira KXF, a KLX também posiciona seu piloto de forma mais confortável, não tão de ataque, como convém aos esperados turnos de pilotagem mais prolongados.



Com excelente força em baixas e médias rotações, o destaque da KLX450R é a facilidade em pilotar



Em matéria de suspensões, a frente está equipada com um conjunto KYB de 48mm com curso de 305mm. Na traseira sistema monoamortecido Unitrak com 315mm de curso. A KLX também está bem servida nos freios, com discos bem ventilados em formato de pétala com 250mm na frente e 240mm atrás.

A frente do guidão Renthal temos um compacto conjunto digital de instrumentos contendo velocímetro, odômetros parcial e total, além de um relógio. Na frente um farol de 35watts com lente acrílica e atrás uma minúscula lanterna de LEDs. O tanque de 8 litros garante uma autonomia apenas razoável nas incursões pelas trilhas. Para aventuras maiores é recomendável a troca por um reservatório de maior capacidade.

O motor, de mesma base da KXF450R, permanece alimentado por carburador. Cabeçote e comandos de válvulas apresentam um acerto menos explosivo e mais adequado às trilhas. A excelente partida elétrica facilita a vida do piloto, apesar do pedal estar ali, presente para eventuais emergências.

Impressões na trilha



Ciclística da motocicleta agradou tanto em trechos de baixa como em alta velocidade



Andamos por cerca de quarenta minutos nas trilhas do parque. A KLX450 R confirmou as impressões passadas logo aos primeiros metros em seu comando. É uma motocicleta muito fácil de se pilotar. O motor, mesmo com grande diâmetro e pequeno curso de pistão (que proporia características "nervosas"), apresenta comportamento dócil e bem obediente aos desejos do piloto. Boa força em baixa, vigor em média, mas sem muita energia nos altos giros.

Quanto a relação de transmissão, achamos exageradamente longa, exigindo muito o uso da primeira marcha nos trechos mais apertados da trilha. Não tivemos espaço para testar a velocidade máxima, mas acreditamos que uma relação um pouco mais curta ajude quem vai enfrentar constantemente trechos travados sem prejudicar na hora de enrolar o cabo nas estradinhas. Uma coroa maior deve ser um dos primeiros itens encomendados neste caso.

No mais, a motocicleta mostrou-se muito divertida, boa maneabilidade em curvas e na transposição de obstáculos, e uma ótima estabilidade em alta.

Quem leva as competições a sério provavelmente vai querer trabalhar a preparação para uma resposta mais agressiva do motor. Para quem quer curtir as trilhas por lazer, sem abrir mão da força dos 450cc, a KLX tem a receita pronta. Leva o piloto aonde ele quiser sem exigir muito de suas habilidades ou condição física.




Opinião do Piloto



Pilotar a KLX 450 para mim foi como passar pelo túnel do tempo. Explico: minha primeira sensação com a moto, guardadas as devidas proporções, foi a de estar sobre a primeira KX (motocicleta cross da Kawasaki) que pilotei na vida, no início da década de 90. No dia do teste desci de um modelo cross atual subindo direto na enduro da Kawasaki e as primeiras aceleradas foram como voltar aquele período: o tanque maior, as reações mais lentas e a frente mais pesada foram responsáveis por me transmitir a sensação de estar com as primeiras verdinhas que experimentei.

Mas então estou dizendo que ela é uma motocicleta ultrapassada? Não, pelo contrário, a Kawasaki tem um modelo com excelentes componentes e adequada ao que se propõe. Extremamente suave, com relação de marchas longa e bom torque, a sensação é de que mesmo um iniciante pode pilotá-la tranquilamente.

É uma moto bem resolvida que mostra suas caracteristicas logo ao primeiro contato. O ajuste encontrado pela fábrica deve agradar mais aos amadores do que aos profissionais. Você não vai encontrar muita explosão a

Painel Digital (foto: Divulgação Kawasaki)
disposição, o motor deixa a desejar em altas rotações, mas em baixa e média a força está sempre ali, ao seu dispor com um pequeno giro no acelerador.

Sem sustos, a KLX entrega o que é preciso para diversão na trilha: um motor dócil e com grande torque, um chassi equilibrado e de fácil condução, suspensões com bons recursos e bem ajustadas, um tanto macias é verdade, mas que dão conta do recado. O baixo ruído agrada, e vai lhe ajudar a estar mais relaxado após horas encarando obstáculos na terra. Uma verdadeira off-road.

Maurício Arruda




Agradecimentos:
Bike Box Kawasaki
ASW Off-Road Park


Ficha técnica Kawasaki KLX450R
Motor 4 tempos, DOHC, 4 válvulas
Capacidade 449cc
Diâmetro x Curso 96.0 x 62.1mm
Taxa de Compressão 12.0:1
Refrigeração Líquida
Carburador Keihin FCR40
Câmbio 5 velocidades
Ignição Digital AC-CDI
Partida Elétrica, com pedal de reserva
Transmissão final Corrente selada
Quadro Alumínio perimetral
Caster / Trail 27.1°/116,84 mm
Pneu dianteiro 80/100-21
Pneu traseiro 110/100-18
Suspensão dianteira Invertida 48mm AOS 22 cliques na compressão e 20 de retorno / Curso 305mm
Suspensão traseira. Sistema UNI-TRAK® 22 cliques na compressão "low speed" 2 voltas na compressão "high speed" e 22 de retorno / Curso 315mm
Freio dianteiro Disco de pétala de 250 mm pistão duplo hidráulico
Freio Traseiro Disco de pétala de 240 mm pistão único
Comprimento total 2179,32 mm
Largura geral 820,42 mm
Entre os eixos 1480,82
Distância livre do solo 320,04 mm
Altura do banco 939,8 mm
Peso 126,2 kgs em ordem de marcha
Tanque de combustível 8 litros

Notícias


Felipe Zanol sai na frente no Brasileiro de Enduro FIM 2012

18/03/2012



(CBM, 18/03) - O mineiro Felipe Zanol trocou de equipe, entrou de vez no mundo do rally, mas continua o homem a ser batido no Enduro FIM. Neste fim de semana, em Cássia/MG, Zanol venceu o Enduro Mirante do Lobo, válido pela abertura do Campeonato Brasileiro e também pelo Campeonato Mineiro da modalidade.

Zanol venceu os dois dias de prova da categoria E1, enquanto Nielsen Bueno foi o segundo e Rômulo "Oncinha" Bottrel foi o terceiro. Rigor Rico, que venceu a categoria E2, ficou em terceiro no Geral.
- A tônica do sábado foi de muita chuva e neblina na primeira volta, mas durante o dia o tempo foi melhorando. Mas com a grande quantidade de motos passando, alguns pilotos tiveram problemas nas voltas seguintes - declarou Maurício Brandão, diretor de Enduro FIM da Confederação Brasileira de Motociclismo.
Ainda na categoria E2, Thiago Veloso ficou em segundo e Cauê Aguiar em terceiro. Entre os mais experientes, Marcio Rogério "Joanita" venceu na E3A, seguido por Cassiano Tabaldi e Celio de Menezes. Na E3B, vitória de Marcos Geraldo dos Reis, com Jean Pierre Butazzi em segundo e Sergio Colet em terceiro.
No domingo, sem chuva, as trilhas estavam perfeitas para os pilotos: úmidas, mas sem barro e poeira.
- Estava uma prova de sonho, com muita diversão e excelentes disputas - ressaltou Brandão. - O evento foi fantástico. Um enduro de verdade, em um lugar pitoresco, modesto e tipicamente mineiro, acolhendo o circo do enduro de portas abertas - completou.
Apesar da vitória de Zanol em sua estreia com a KTM no Brasileiro de Enduro, o também mineiro Nielsen Bueno (ASW/Honda) venceu algumas especiais, deixando claro que continuará sendo uma pedra no sapato do atual campeão. Outro destaque ficou por conta de Rigor Rico, da equipe Gas Gas, que venceu a categoria E2 e terminou em terceiro no Geral.
Daniel Veloso venceu na E4, com Ronald Santi em segundo e Vinicius Lopes da Silva em terceiro. Na E5, Fabiano Tavares foi o vencedor, com Clerison Alan em segundo e Celio Vinicius em terceiro. A próxima etapa do Brasileiro de Enduro acontece nos dias 26 e 27 de maio, na cidade de Rio Negrinho, em Santa Catarina.
O 3º Enduro Mirante do Lobo foi válido pela primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Enduro FIM, e pela 2ª etapa do Campeonato Mineiro, com patrocínio da Prefeitura Municipal de Cássia, Secretaria de Esporte e Lazer, Pro Tork, Ortovel, Metasul e Master Racing. A supervisão foi da Federação de Motociclismo do Estado de Minas Gerais (FMEMG) e da Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM).

Confira o resultado da prova:

E1
1º - Felipe Zanol - 50 pontos (25 + 25)
2º - Nielsem Bueno - 44 (22 + 22)
3º - Romulo Bortrel - 36 (20 + 16)

E2
1º - Rigor Rico - 50 pontos (25 + 25)
2º - Thiago Veloso - 44 (22 + 22)
3º - Caue Aguiar - 38 (18 + 20)

E3A
1º - Marcio Joanita - 50 pontos (25 + 25)
2º - Cassiano Tabaldi - 44 (22 + 22)
3º - Celio de Menezes - 40 (20 + 20)

E3B
1º - Marcos Geraldo dos Reis - 44 pontos (22 + 22)
2º - Jean Pierre Butazzi - 43 (18 + 25)
3º - Sergio Colet - 43 (25 + 18)

E4
1º - Daniel Veloso - 50 pontos (25 + 25)
2º - Ronaldo Santi - 44 (22 + 22)
3º - Vinicius Lopes da Silva - 40 (20 + 22)

E5
1º - Fabiano Tavares - 47 pontos (22 + 25)
2º - Clerison Alan - 45 (25 + 20)
3º - Celio Vinicius - 37 (15 + 22)

Fonte: CBM - Conferação de Motociclismo Brasileiro.

Notícias


Ryan Villopoto é bicampeão

do AMA Supercross

                                     
                                                                                                                                            por Celestinomx

                                                                                                 
Villopoto compete sozinho na 450cc
Villopoto compete sozinho na 450cc. | Crédito da imagem: transworldmx.com

O campeonato americano de supercross prometia ser novamente competitivo, como quatro pilotos brigando pelo titulo. Mas três acabaram se lesionando, Reed, Dungey e Bubba, e com isto, Ryan Villopoto (Kawasaki) ficou livre para a conquista do bicampeonato em Toronto.
Villopoto venceu, com Justin Brayton (Honda) em segundo, seguido por Kevin Windham (Honda), David Millsaps (Yamaha) e Jake Weimer (Kawasaki). Realmente o campeonato perdeu seu brilho e nada pode tirar de Villopoto seu segundo título no supercross 450cc. O piloto Will Hahn, que substitui Trey Canard na Honda oficial, ficou na décima posição.

Brayton garante seu segundo pódio
Brayton garante seu segundo pódio. | Crédito da imagem: transworldmx.com

Na Lites, Justin Barcia (Honda) volta a vencer, deixando Ken Roczen (KTM) em segundo e Blake Wharton (Suzuki) em terceiro. Esta deve ser uma das poucas provas da categoria, sem a presença dos pilotos da poderosa equipe Pro Circuit/kawasaki/Moster no pódio, sendo que Daryn Durham foi quinto e Blake Baggett décimo-quinto. Com mais esta vitória, Barcia abre 28 pontos de vantagem sobre Wharton, e 31 sobre Roczen, e restram três etapas.

Barcia mais perto do segundo título
Barcia mais perto do segundo título. | Crédito da imagem: transworldmx.com
Roczen garante o segundo lugar no Canadá
Roczen garante o segundo lugar no Canadá. | Crédito da imagem: transworldmx.com
Classificação geral
Supercross
1. Ryan Villopoto (271pts/6 vitórias)
2. Ryan Dungey (192/2 vitórias)
3. James Stewart (177/2 vitórias)
4. Davi Millsaps (169)
5. Kevin Windham (166)
6. Justin Brayton (165)
7. Jake Weimer (150)
8. Brett Metcalfe (145)
9. Mike Alessi (136)
10. Chad Reed (128)
Lites Leste
1. Justin Barcia (145/5 vitórias)
2. Blake Wharton (117/1 vitória)
3. Darryn Durham (114)
4. Ken Roczen (102)
5. Jake Canada (90)
6. Blake Baggett (86)
7. Justin Bogle (74)
8. Malcolm Stewart (50)
9. Alex Martin (50)
10. Matt Lemoine (46)

Largada - Dicas de pilotagem com os irmãos Balbi


Dicas de Motocross Curva por Fora: Rafael Ramos e VAZ


terça-feira, 20 de março de 2012

Dicas para iniciantes

O objetivo desta página não é fazer do leitor um piloto de ponta e sim transmitir, principalmente aos novatos, algumas experiências que possam facilitar e tornar as trilhas mais seguras. Outro ponto que iremos enfatizar é o respeito à natureza e aos proprietários das terras por onde trilhamos.
O ponto mais importante para se fazer uma trilha com segurança é a utilização dos equipamentos de segurança. Na verdade, quando iniciamos no esporte o único pensamento é à moto. Quando o correto deveria ser os equipamentos que irão garantir nossa segurança em caso de algum acidente indesejado. Veja abaixo uma relação de alguns itens indispensáveis:
  • Bota
  • Joelheira
  • Calça
  • Cinta
  • Camisa
  • Cotoveleira
  • Luva
  • Colete
  • Capacete
  • Óculos
  • Mochila de Hidratração
Depois de estarmos bem protegidos, passaremos para o segundo e tão esperado ponto, à MOTO, como já disse não é o mais importante, mas certamente é o mais desejado. Estamos vivendo hoje um período de domínio absoluto das motos 4 Tempos. Com o lançamento da CRF 230 e da TT-R 230, o percentual de 4 tempos nas trilhas cresceu muito. Logicamente não podemos nos esquecer da pioneira DT 180, que sempre terá seu lugar reservado no coração de muitos trilheiros.
Independentemente do motor e do tipo de moto que iremos usar o mais importante é o estado de conservação que a moto se encontra, mantendo-a sempre devidamente revisada. Pois os obstáculos que transpomos nas trilhas levam as motos a um desgaste muito elevado, assim na maioria das vezes uma revisão bem feita evitará futuros dados, que quase sempre custam mais caro.
Agora que você já está bem protegido e com uma moto em condições de trilhar, vamos para o principal, Trilha!!!
  • Jamais faça trilha sozinho, pois caso ocorra algum acidente ou sua moto quebre, terá dificuldades no socorro ou até mesmo para voltar.
  • Procure andar atrás do mais técnico e observar a forma de pilotar (obs.: o mais técnico não é o que corre mais e sim aquele que transpõe os obstáculos com mais facilidade e segurança) assim poderá aprender com mais facilidade.
  • Não se apavore achando que você não agüenta que é muito cansativo ou que não leva jeito. No início você irá se cansar mais que os outros, por dois motivos, em especial: O primeiro pelo fato de não estar acostumado a fazer este tipo de exercício e o segundo por falta de técnicas e experiência, certamente irá fazer mais força (não desista).
  • Às vezes, não conseguimos prestar atenção na pilotagem dos outros, por estarmos tensos e muito presos aos obstáculos. Quando isso acontecer e você perceber que está tendo dificuldades, pergunte a outro trilheiro, de preferência o mais experiente, o que ele faz na situação que está tendo dificuldade.
  • Quando chegar a um obstáculo e não sentir segurança em passar, espere alguém passar, para que possa analisar melhor.
  • É sempre muito importante beber água, a falta pode trazer diversos problemas ao organismo, no casso de esportes que exige muito esforço por períodos prolongados e expostos ao sol, torna-se mais importante ainda. A falta pode trazer tonturas, problemas na visão, mal estar entre outros. Você pode encontrar mais informações sobre hidratarão no site www.rgnutri.com.br.
  • Ainda sobre hidratação, um detalhe que vai fazer muita diferença independente do tipo de mochila que escolha é enchê-la de gelo quanto estiver saindo de casa e só completar com água quando estiver saindo para trilha. Outra dica importantíssima nunca coloque o recipiente da mochila no congelador, pois certamente ele irá rasgar quando for retira-lo.
  • Também é importante levar algo para comer (uma fruta, barra de cereal, chocolate…), pois ficar horas fazendo esforço sem comer nada também poderá causar problemas ao organismo, logicamente devemos evitar alimentos que gerem difilculdades de digestão.
  • Terminaremos este artigo com um fato que deve ser levado muito em conta, por dois aspéctos em especial, a “cervejinha”. É comum entre os trilheiros tomar aquela cerveja geladinha, principalmente nos dias mais quentes, para quem gosta é bom que seja quando a trilha tiver acabado, não precisamos falar sobre o efeito do alcool e os ricos envolvidos, pois a campanha nacional “Se dirigir não beba” já serve para esclarecer tudo, espero que não precisemos criar uma nova campanha “Se trilhar não beba”.
  • Também é importante lembrar que muitas vezes ao terminarmos uma trilha temos que viajar de carro para chegar até nossas casas. Nesse caso o risco será em dobro, primeiramente pelo motivo da segurança, e também pelo fato das multas, acho que todo trilheiro já percebeu que polícia “odeia moto”, em especial se estiver em cima de um carro e cheia de lama, não passa em uma blitz.
  • Esperamos que este tópico tenha ajudado e que os “novatos” possam aproveitar para não cometer os mesmos erros que muitos de nós já cometemos, assim, diminuíndo os riscos e evitando possiveis problemas.
Obs.: temos visto este artigo copiado em diversos outros sites e blogs, não nos importamos em estarem disseminando informações que possam ajudar nosso esporte, mas gostaríamos que fosse citada a fonte: 








www.trilheiro.com.br

sábado, 17 de março de 2012

galera mais tarde tem novidades.....novas fotos, e quem sabe novos comentários.... aguardo..

quinta-feira, 15 de março de 2012

1° Cross Country - Master Racing - Franca-SP


Ahhh... já ia me esquecendo, sábado tem treino no SOMBRA DÁGUA em Franca, vou tentar fazer algumas fotos para mostrar pra vcs, que como eu é apaxonado pelo esporte...
ATÉ......
Bom dia, galera.
Vou ver se durante essa semana tenho reservo um tempo para atualizar o blog, do jeito que e gosto
com fotos legais, a cara do blog, para ficar mais atraente e um pouco mais parecido com minha personalidade.
Valeu gente.....