quarta-feira, 17 de outubro de 2012


RM Gráficos

Estamos desenvolvendo uma loja de gráficos para motos off roads. Além de deixar sua companheira mais bonita, também protege os plásticos de sua melhor amiga e companheira.





EM BREVE a loja já estará no ar.... com vários modelos....
Mas avisando que se tiver afim de fazer seu gráfico com a logo da sua empesa, deixe seu recado aqui por enquanto até a loja ficar pronta......








sábado, 29 de setembro de 2012

Escolha melhor sua moto de Trilha


Escolher a melhor moto de trilha não é tarefa fácil, principalmente com a quantidade enorme de opções disponíveis no mercado. Mesmo sem o apoio das fábricas é possível adquirir qualquer moto de enduro ou motocross de ponta no Brasil. Mas, para descobrir qual é a melhor moto pra você precisamos levar em consideração seus objetivos e expectativas ao comprar uma moto “nova”.

O primeiro passo é definir a faixa de preço da moto que pretende comprar. Isso já elimina muitas dúvidas e te direciona a determinados modelos.
  • Menos de R$ 5.000,00 : Nacional usada ou importada muito usada. Ex: DT 200, DT 180, Tornado, XR 200, …
  • R$ 5.000,00 a R$ 10.000,00 : Nacional nova ou usada ou importada usada. Ex: XTZ 125, Tornado, CRF 230, …
  • R$ 10.000,00 a R$ 15.000,00 : Nacional nova ou importada usada: CRF ou TTR 230, Tornado ou XTZ 250, CRF, WR, YZF, …
  • R$ 15.000,00 a R$ 20.000,00 : Importada usada: CRFs, WRs, DRs, Husqs, GasGas, KTMs,…
  • Mais de R$ 20.000,00 : Importada nova ou usada: Vai ter que usar outros critérios…

Outro ponto importante é saber onde vai usar a moto. Se é apenas para trilha ou se vai correr algum enduro também, se vai andar apenas no fim de semana pra relaxar ou vai treinar motocross durante a semana pra melhorar a tocada.
  • Trilha e Rua: É meio complicado conciliar as duas coisas, você acaba com o seu pneu no asfalto e tem que andar com a moto cheia de tralhas na trilha (placa e afins), mas se não tem outro jeito… Ex: Tornado, XTZ 250, …
  • Só Trilha: Se o seu negócio é relaxar, ver a natureza, prefira moto próprias para enduro, com partida elétrica e suspensão mais macia. Você não vai querer bater pedal no seu dia de descanso. Ex: CRF e TTR 230, WR 250, CRF 450X, Husqs, KTMs …
  • Trilha e Enduro: Deve preferir as motos próprias para enduro. Suspensão, relação, partida e outras partes são preparadas para o que vai encontrar nas trilhas e podem facilitar muito a sua vida. Ex: CRF 250X, KTMs, WRs, …
  • Trilha e Motocross: Ai vai depender do seu gosto, você pode perfeitamente andar com as motos de enduro nas pistas de motocross, mas se gosta de moto mais “brava” e “dura” as motos de motocross são pra você. YZFs, CRFs, KXs, KTMs, …
  • Motocross: Você vai precisar de uma moto própria ou preparar muito uma que não é. Aqui o peso da moto, força do motor e regulagem mais dura da suspensão fazem toda a diferença. Ex: YZFs, CRFs, KXs, KTMs, …
  • Rally: Aqui você vai precisar de motor, muito motor, tanque maior e uma ótima suspensão. Melhor pegar logo uma WR 450F, CRF 450X ou partir logo pra uma KTM 690 e ir pro Rally Dakar.

Que tipo de piloto é você? essa pergunta também pode direcionar você a um determinado tipo de moto.
  • Iniciante e/ou roia: Hoje temos no Brasil duas motos especialmente fabricadas para o uso fora de estrada. As 230 da Yamaha e Honda são perfeitas para quem esta começando. Elas foram projetadas pra isso, tem suspensão, ciclistica, peso e um motor que ajuda o piloto nas mais diversas situações. A 230 exige pouca manutenção e é ideal tanto para quem esta começando quanto para quem não quer gastar R$ 20.000,00 numa moto nova. Se quiser uma importada, prefira as de enduro com menor cilindrada, pegar uma 450cc logo de cara pode ser bem perigoso.
  • Intermediário: A opção das 230 continua muito forte mas já dá pra arriscar uma importada mais forte.
  • Experiente sedentário: Como é experiente já sabe muito bem qual moto prefere, mas tenha em mente que não é um atleta e uma 450cc pode te esgotar facilmente na trilha.
  • Pró: Já sabe o que quer de uma moto.

Agora já sabemos quanto vamos gastar, onde vamos usar a moto, e seu nível de experiência, mas qual o motor da sua moto? Muito provavelmente você vai escolher um 450cc, tudo bem, eu entendo. Mas se você ainda tem duvidas, vamos à opções:
  • 2 Tempos: Motos com motores 2T estão praticamente extintas, não existem mais motos nacionais e em 2009 apenas Yamaha e KTM dentre as grandes montadores fabricam motos de motocross com esse motor. Mas a KTM experimenta um grande sucesso de vendas com a 300cc de enduro e a Federação Internacional de Motociclismo – FIM esta estudando mudanças nas categorias do mundial para incluir as 2T de novo na briga. A moto tem o dobro da potência de uma 4T com a mesma cilindrada e custa a metade de preço para fazer o motor, mas exige mais manutenção e habilidade do piloto. Se quer uma importada e esta sem recursos uma dessas usada pode ser a solução. Se tem muito dinheiro e quer uma dessas, a 300cc da KTM ou outra europeia é pra você.
  • 4 Tempos: Hoje as 4T dominam o mercado, todas as nacionais novas tem esse motor. As faixas de preço variam muito e o custo de manutenção é bem maior. Enquanto as 2T pararam no tempo após diversas restrições da legislação ambiental as 4T passaram por um grande salto tecnológico. Se quer o máximo do desenvolvimento em motos ou apenas uma nacional pra se divertir as 4T podem te satisfazer em qualquer faixa de preço.
  • 230 4T: Essas motos são para pilotos de todos os níveis de tocada. A moto aguenta muito bem em trilhas e pista. A menos que tenha subidões incrivelmente altos na sua região, a 230 pode atender perfeitamente as suas necessidades.
  • 125 2T ou 250 4T: Muito provavelmente você nunca usará todo o potencial dessas motos. Nos mundiais de enduro e motocross a diferença de tempo delas para as 450cc é mínima, até levando vantagem em determinadas pistas. Se vai começar a andar de importada, prefira elas, são mais fáceis de tocar e cansam muito menos.
  • 250 2T ou 450 4T: Sei que esta doido por uma dessas, a moto é incrível, mas ela exige muito mais de você. No mundial, alguns pilotos tem que ganhar até 10Kg de massa para assumir uma dessas. A moto é mais pesada, mas com um motor de quase 50cv isso não significa nada se você estiver em cima dela.

Ainda temos que escolher a marca, mas essa é uma escolha muito pessoal. Os fatores racionais que devem ser levados em conta são a facilidade de encontrar peças de reposição, a demanda e valor de revenda da moto. No Brasil as marcas mais procuradas são Honda e Yamaha, mas algumas europeias tem motos incríveis e ótima distribuição de peças, tudo a seu custo.

Além disso fale com seu mecânico ou amigo que tenha a moto que pretende comprar e procure analises em sites e revistas, isso pode te poupar de muita dor de cabeça no futuro. Clicando na categoria motos você encontrará diversas informações sobres os modelos que procura.

Semana Passada Aconteceu O TRILHÃO MASTER RACING FEST

A semana passada no dia 23/09/2012, um evento muito legal, foi o 1° MASTER RACING FEST, em Ibiraci/MG, lá no mirante do Lobo ( Davi), onde reuniu muitos apaixonados pelo esporte off-road, para comemorar seu 1° aniversário, que por sinal em grande estilo. PARABÉNS MASTER RACING.
































PARABÉNS MASTER RACING, pelo evento maravilhoso e muito sucesso a todos...

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Vale apena tomar como exemplo e inspiração...


Para que gosta de motos, de esportes Off-road, esse é um cara que vale apena tomar como inspiração de piloto.

VIDA LONGA AOS EQUIPAMENTOS


                                                                                                      Autor: Fernando Silvestre

CAPACETE

O ideal no off Road é um capacete com forro removível. Afinal, todos nós vamos suar, encarar a poeira e lama. Também é possível lavar um capacete de forro fixo, mas dá muito mais trabalho e o resultado é bem pior. Hoje em dia, quase todos os novos capacetes já possuem forro removível. O melhor produto para lavagem é o Shampoo neutro (na real mesmo, eu uso o que estiver no banheiro, e torço para a “Dona Patroa não ver quando eu uso aquele especial que ela comprou, a preço de ouro). Lavar forro e pads com o shampoo, passar bastante água, retirar o excesso de água com um pano ou toalha e secar na sombra. No mínimo são 2 dias para fica bem seco.
Na parte interna, passo um pano úmido com sabonete e um pano úmido só com água. Mas como o isopor é a parte crítica, nada de remover ou usar muita força. No casco também lavo com shampoo e seco com um pano. Nada de água com grande força, tipo Vaap ou mangueira, pois pode danificar o verniz e os adesivos. No máximo um chuveiro para quando a lama for muita. Saiba que o melhor momento para verificar seu capacete surge no ato da limpeza. Se houver algum dano no isopor já era, troque! Por exemplo, se o capacete estiver no guidão e a moto caiu parada, vai fazer um buraco no isopor. Simplesmente este capacete não garante mais a sua segurança, infelizmente não vale mais a pena o risco. Fique atento, pois este equipamento não pode falhar se você precisar dele, sua vida correrá perigo.
Em provas longas ou trails de mais de um dia, o ideal seria ter mais de um forro e pads, para ir trocando a cada dia. Mas já ajuda muito se durante remover o forro e pads, passar um pano úmido e deixar tomar um ar. No dia seguinte o conforto vai ser outro, experimente! Só não vá me perder o forro durante a noite…

BOTA

Outra peça muito importante no nosso equipamento é a bota. Na hora em que a moto perde o equilíbrio, o primeiro apoio é o pé. E não adianta tentar evitar, pois é instinto. Para piorar, depois dos pneus, a primeira peça a se esfregar no atoleiro é a bota. E a lama que seca e não é retirada, resseca o couro e diminui a vida útil da bota.
Portanto lembre-se sempre: BOTA SUJA DURA MENOS.
Lavar a bota na ducha Vaap, logo após a trilha ou treino, pode ser uma boa para tirar o excesso, mas usar a água muito forte e por muito tempo, também danifica o couro.
A maneira mais indicada é no tanque, usando uma escova do tipo de nylon e e com detergente, aquele da pia da cozinha. Depois de limpar a parte de fora, recomendo lavar o interno com sabão em pó e usando uma esponja macia. Para secar, sempre a sombra, retirar a palmilha e se possível por algumas horas, deixa a bota de ponta cabeça, para sair toda a água de seu interior. Outra dica legal é deixar algum objeto que mantenha a porta aberta, melhorando a secagem.
Não há problema de guardar a bota em pé, mas muita gente gosta de deixar ela deitada. Eu Por exemplo, há anos guardo em pé e não percebi problemas. Vale a pena, após a lavagem, dar uma verificada no estado da bota e um reaperto nos parafusos de fixação dos fechos. Porém, se sua bota precisa de cola, elástico, pedaço de câmera, zip tie ou qualquer outra “gambiarra”, provavelmente esta bota já não está mais tendo a rigidez necessária para proteger seu pé e tornozelo. Vejo muita gente usando botas que já deviam estar “aposentadas” há muito tempo. Aí ela perdeu sua qualidade principal, como equipamento de proteção.

CAMISAS DE TRILHA, E LUVAS DE TRILHA

Para as luvas e camisas, tratamento igual ao de qualquer outra roupa. Um pouco de amaciante é legal. Mas mais uma vez repito o que disse na edição passada: sempre secando na sombra! Não recomendo passar, pois temos hoje em dia etiquetas emborrachadas, que vão ser destruídas. E não vale misturar com a toalha de mesa, pois vai dar confusão.

CALÇA DE TRILHA

Para a calça, recomendo lavar na mão com uma escova e sabão em pó, pois ela esta sempre mais suja e como é uma peça pesada, pode estragar a máquina. Conheço muita gente que leva tudo à maquina sem problemas. Para aqueles dias de muita lama, a solução é primeiro bater uma água com certa força, deixar um pouco de molho, trocando a água com freqüência e colocar um pouco de sabão em pó. E depois é só lavar normalmente.

COLETES

Normalmente eu limpo o colete com panos úmidos e sabão. No caso da lama estar “braba”, lavar com água corrente. Recomendo um chuveiro ou mangueira com pressão moderada. Sempre usando sabão em pó. Se o seu colete usar parafusos, esta é a hora ideal para apertá-los, aumentando sua vida útil.

CINTA ABDOMINAL

Recomendo lavar as partes mais rígidas com escova e sabão em pó e a parte em tecido, esfregar com cuidado, como uma roupa, senão estraga o velcro precipitadamente.

JOELHEIRA E COTOVELEIRA

No mínimo estas peças precisam “tomar um ar” entre cada trilha. Mas recomendo lavar com sabão em pó no tanque, também tomando cuidado com os velcros. No caso dos braces, devem ser limpos com pano úmido e as tiras lavadas manualmente.

ÓCULOS

Lavar as lentes na torneira com sabonete ou detergente. Secar com uma toalha ou papel toalha. Se precisar lavar o óculos todo, tem que ser feito com cuidado. Usar água com baixa pressão e retirar o excesso com uma toalha. Como todos os demais, secar na sombra vai manter a espuma firme por mais tempo.

MOCHILA DE HIDRATAÇÃO

A parte mais importante é o reservatório. Se você deixar ele fechado com água vai criar 1001 “criaturas não identificadas”. Algumas dessas criaturas vão te levar, com certeza ao hospital algum dia.
Então é importante passar água limpa. Pode usar um produto chamado HIDROSTERIL, para dar aquele acabamento.

Vamos privilegiar nossa segurança, pois a pior parte do acidente é não fazer trilha na semana seguinte ! E para evitar isso, só bom censo e bons equipamentos em condição de proteger !

Boas trilhas e juízo !

sábado, 28 de julho de 2012

Buscando parceria


Procuro parceria para montar uma LOJA VITUAL de ADESIVOS P/ MOTOS OFF ROAD, fico a disposição da loja vitual, personalizando os adesivos para os clientes, e colocamos os modelos que a empresa já tiver comercializando, para mim uma nova empresa, para empresa parceira um outro canal de venda de produtos, com um diferencial, estou sempre em corridas e eventos off road, uma vitrine a mais para vender o nosso produto, com isso podemos gerar mais lucro. querendo ou não é o mais intuito de uma empresa.
Eu como estudante do curso de Administração de Empresas, talvez consiga enxergar um lado que você empresario ainda não conseguiu ver.
Estou a disposição para parcerias.
                                                                                                                 Obrigado.
                                                                                                                   Ricardo Macedo